Quer descobrir a empresa que vai liderar e redefinir o mundo digital pelos próximos anos?

Para encontrá-la, não espie o valor atual de suas ações ou mesmo o seu inventário patrimonial do trimestre, e muito menos especule em torno de seus últimos anúncios em termos de recursos tecnológicos futuros…

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Apenas acompanhe para onde os dados estão fluindo, de maneira robusta, consistente e progressiva!

      Atualmente, na era da Revolução Digital, Hardware e Software já se tornaram commodity tecnológico. Dados equivalem ao petróleo da nova era. O mercado e a sociedade dependem de mais e melhores dados para manterem o ritmo de desenvolvimento atual. Investir de forma inteligente na prospecção hegemônica de mais e melhores dados representa uma questão de compreender a humanidade e suas relações. Porém, nos dias atuais, este cenário definitivamente ainda não existe, devido a um vazio de liderança corporativo, gerado por uma ignorância estrutural e perversão sistêmica das chamadas Big Techs (grandes empresas de tecnologia). Desse modo, os dados escoam desordenadamente, com baixa eficiência e grande desperdício.

Diante deste contexto caótico e temerário, surge uma oportunidade extremamente promissora:

A Inovação

      Às vezes, o maior segredo da inovação pode ser uma questão de resgatar algo importante para todos nós, mas que talvez tenha sido esquecido ou subestimado por muito tempo. Através dessa observação, este texto nos conduzirá à seguinte reflexão: como a nossa startup poderá implementar uma inovação disruptiva em pleno auge da Era da Informação? Afinal, estamos falando de uma inovação que seja capaz de alavancar a Revolução Digital para uma nova etapa de desenvolvimento.

      Primeiramente, existe um fato: a humanidade sempre viveu a Era da Informação! Ela teve início há dezenas de milhares de anos, quando os nossos ancestrais começaram a desenvolver os primórdios da linguagem, o que os capacitou a transmitir, consumir e assimilar grande quantidade de conteúdo informacional. Esse fenômeno foi determinante para nos tornarmos criaturas racionais, dotadas de pensamento abstrato e altamente sociais. A cultura é o nosso grande legado informacional, registrado graças ao poder da escrita. Porém, muito antes de desenvolvermos a escrita, aprendemos a disseminar o conhecimento através de histórias, isto porque elas representavam um valioso e eficiente recurso mnemônico para encapsularmos o conhecimento numa estrutura coerente, que fosse fácil de lembrar e reproduzir por meio da tradição oral. A partir daí, desenvolvemos muitas técnicas para cultivar a informação, mas as histórias nunca nos abandonaram.

      Tradicionalmente, uma boa narrativa sempre foi a maior fonte de conexão entusiástica para a humanidade. Portanto, apenas para citar os principais exemplos, o que hoje conhecemos como “mitos”, no passado representavam histórias sagradas que funcionavam como elemento agregador de uma comunidade, raiz identitária de um povo e fonte de significado para a vida de um indivíduo. Desta forma, ao longo das eras, observamos diferentes desdobramentos no campo das “narrativas sagradas”, as mais importantes foram os mitos de criação e as lendas nacionalistas. Em torno dessas histórias foram criadas novas nações e sistemas de crença, pessoas estranhas colaboravam entre si e sacrificavam a própria vida.

      Se imaginarmos o cérebro como um computador avançado, a verdade das “histórias” é que elas funcionam como o “sistema operacional” da mente humana. Através das histórias conseguimos compreender o mundo e organizar a nossa própria vida. Graças à influência dessas narrativas, encontramos o nosso lugar na sociedade, sabemos a nossa origem no passado, além de nos permitir traçar o sentido e a percepção de propósito para o nosso futuro. Porém, nos dias de hoje, a humanidade encontra-se ávida para consumir histórias que sejam capazes de atribuir um significado maior e transcendental para a nossa existência. Afinal, diante do irrefreável processo de globalização, as religiões tradicionais e os movimentos nacionalistas cada vez mais estão perdendo o espaço da sua área de influência sobre a sociedade.

      Estamos vivendo a era da Revolução Digital, o mundo contemporâneo é movido com base nas tecnologias da informação. Nos dias de hoje, as grandes empresas de tecnologia (Big Techs) possuem um poder de transformação global superior a entidades políticas e religiosas tradicionais. Todavia, apesar de altamente “tecnológicas”, o diferencial competitivo destas empresas não está na sua capacidade computacional (seja hardware ou software), a sua força encontra-se na capacidade em potencial de coletar dados. Afinal, os dados representam o combustível que alimenta as máquinas preditivas com seus algoritmos de inteligência artificial, inseridas num regime de big data.

      Apesar de tudo, o grande gargalo de crescimento das maiores empresas de tecnologia do mundo encontra-se na sua escandalosa inaptidão de se relacionar com os seus próprios usuários. Na prática, as pessoas não confiam nessas empresas por diversos motivos, fazendo com que estes usuários regulem ao máximo o acesso aos seus dados, mesmo obtendo benefícios em troca. Isto gera um círculo vicioso, pois as empresas passam a recorrer a práticas escusas e indecorosas a fim de coletar dados a qualquer custo, o que aumenta ainda mais o clima de desconfiança e repúdio por parte dos seus usuários.

      Diferente do que aconteceu historicamente no caso da religião e dos Estados, as pessoas enxergam as grandes empresas de tecnologia da atualidade como entidades despersonalizadas, simbolicamente pobres e destituídas de qualquer significado gerador de engajamento que preencha a necessidade humana de pertencer a uma comunidade e estar conectada a uma causa particularmente transcendental. Em decorrência disso, as pessoas não conseguem colaborar de forma espontânea, e muito menos entusiástica, com algo tão simples e inocente como os seus dados. Nesse contexto, as Big Techs da atualidade são gigantes obscuros, destituídos de identidade, desalmados e moribundos, arrastando a própria carcaça rumo ao precipício do esquecimento e irrelevância no mundo digital. Porém, a presunção de grandeza inabalável faz com que elas não percebam a própria decadência. As atuais Big Techs ainda sobrevivem de modo triunfante apenas pelo fato de não terem sido defrontadas por um modelo rival e revolucionário de empreendimento digital, capaz de desferir a elas o golpe de misericórdia.

      Temos a visão de nos tornar a empresa de tecnologia com o mérito e a capacidade de liderar a Revolução Digital em âmbito mundial. Faremos isso trabalhando desde cedo os ativos mais importantes da empresa: a coerência institucional entre a história sagrada (mito de Rudá) e o significado simbólico de nossa marca, aliado aos nossos valores institucionais humanistas, o que nos habilita a lutar pela busca do ideal humano de amor e fraternidade, por intermédio da tecnologia, mas acima de tudo, graças ao poder colaborativo dos membros de nossa comunidade, que serão capazes de reconhecer a importância de compartilhar suas informações como um ato de confiança e solidariedade, em prol da construção de um mundo melhor.

      Nesse sentido, todos nós, a humanidade, enquanto espécie e sociedade, esperamos o surgimento de uma empresa de tecnologia que esteja apta para nos guiar rumo a uma causa justa e nobre, capaz de promover valores humanistas que possam atribuir sentido e significado para as nossas vidas, que nos incite a lutar por um propósito transformador massivo, além de nos oferecer a base identitária de pertencermos a uma comunidade próspera e virtuosa. Nesse cenário, contribuir com um punhado de informações não se torna nenhum sacrifício dispendioso, pelo contrário, representa a oportunidade valiosa de prestar tributo, despertando no indivíduo o brio de sentir-se útil e generoso para a sua nova comunidade.

      Isso lhe parece um pouco romântico e idealista? Ótimo! Pois trabalhamos com “amor” e “sonhos”, nossa matéria prima intangível. Capacidade de hardware e software são apenas bens comoditizados que servirão de meios para o nosso intento. As empresas do Vale do Silício ainda operam cegamente com a lógica da cultura hacker, são “piratas da tecnologia” que atuam como verdadeiras contrabandistas de dados, por isso, elas se utilizam de grande poderio computacional a fim de espoliar dados com base na trapaça e na força-bruta. Dessa forma, o Projeto Rudá surge para romper com esse modelo arcaico, ineficiente e desonesto. Afinal, usuários engajados e confiantes, conectados em prol de uma causa elevada, não apenas abandonarão a posição defensiva, como também estarão sempre dispostos a contribuir ativamente com tudo o que estiver a seu alcance.

      Rudá é a primeira empresa de tecnologia construída genuinamente em torno da história de um mito de fundação ancestral. Rudá compartilha o nome de uma das maiores divindades indígenas da Amazônia, ao mesmo tempo com apelo arquetípico universal, capaz de ser notado e apreciado por qualquer outra forma de cultura. E muito mais do que isso: a empresa propõe reavivar a influência e o poder simbólico do deus do amor e da fraternidade, seja promovendo tecnologicamente o seu grande propósito, como também narrando e expandindo a sua história através de um rico universo fantástico, incorporado organicamente ao seu branding através da construção de uma rede social complexa, que reestrutura e moderniza o conceito de comunidades virtuais, adotando elementos de gamificação dentro da dinâmica de funcionamento de um SuperApp.

      Além de tudo, sendo generoso, benévolo e democrático, Rudá disponibilizará seus principais recursos de maneira gratuita e livre de anúncios publicitários indesejáveis. O enorme volume e a qualidade imensurável dos seus dados, no fim das contas, permitirá a construção de um modelo de negócio com enorme potencial de rentabilidade, associado a múltiplos canais de receita. Dentre os canais de monetização, podemos citar os segmentos edtech, healthtech, bussines inteligence e, acima de tudo, a reestruturação do atual modelo de marketing digital e plataforma de vendas online, através de uma proposta de valor que respeita os interesses e a necessidade real do consumidor, além de proporcionar o melhor e mais eficiente funil de vendas imaginável para as empresas parceiras.

      Em última análise, o modelo disruptivo da rede social de Rudá estará completamente desassociado da influência psicologicamente tóxica e socialmente disfuncional com a qual as pessoas estão acostumadas a interagir nas mídias sociais: desperdiçando tempo com a busca vaidosa de validação social e consumo de futilidade alheia, isto sem falar sobre a irrefreável disseminação de notícias falsas, discursos de ódio e toda forma de desinformação capaz de promover intrigas, conflitos e desordem social (inclusive em escala da geopolítica global). Portanto, Rudá desprezará e desestimulará, absolutamente, esse decadente modelo de interação vivido nas mídias sociais.

      Dessa forma, a empresa que assumirá a responsabilidade de liderar o futuro da internet, carregará consigo o inescapável compromisso de moldar a dinâmica da sociedade global. Nesse sentido, todos nós desejamos um cenário de harmonia e prosperidade, conduzido por uma empresa de inclinação democrática e norteada por valores humanistas. Afinal, estamos na iminência de adentrarmos na chamada “Era da Web 3.0”. Isso significa que a Web estará deixando de ser uma plataforma colaborativa de inteligência coletiva e passará a possuir cada vez mais autonomia, através de sistemas de inteligência artificial incrivelmente avançados.

      No passado, para obter respostas e soluções para os seus problemas, as pessoas recorriam a divindades, livros sagrados ou mesmo a sabedoria dos mais velhos. Porém, a eclosão de sistemas super avançados de inteligência artificial faz com que estas máquinas preditivas se tornem o oráculo a quem a sociedade moderna se direcionará, cada vez mais, em busca de respostas e soluções para problemas vertiginosamente complexos.

      Aviões são máquinas que voam de maneira extremamente eficiente, apesar de contar com mecanismos completamente distintos daqueles que encontramos em seres-vivos alados. Da mesma forma, as máquinas preditivas da “Web 3.0”, por definição, serão capazes de “pensar”, mesmo não possuindo qualquer forma de consciência; pensarão de uma maneira diferente, não-humana e bastante peculiar. Quando falamos que o ser humano é uma criatura pensante e dotada de espírito, entendemos por “espírito” a centelha de um propósito transcendental, obtido como um reflexo da própria alma de nosso “criador”. Da mesma forma, as máquinas preditivas que, cada vez mais, irão inevitavelmente regular o funcionamento da sociedade, também serão dotadas de “espírito”. Desse modo, a empresa/grupo/corporação que as liderar (basicamente, aquela a quem for confiado mais e melhores dados), será a sua entidade criadora e, portanto, contribuirá com a centelha transcendente de seu propósito de operação. Essa centelha transcendental não será moldada e inserida voluntariamente por um grupo de programadores instruído por um time de executivos de alto-escalão. Essa centelha transcendental será fruto da cultura corporativa da empresa: a profundidade da sua visão, a nobreza da sua missão, a integridade dos seus valores, o reflexo da sua história, o significado por trás de sua marca, e acima de tudo, a qualidade com que esta empresa se relaciona, se envolve e se preocupa com questões genuinamente humanas.

      Portanto, participar da construção do Projeto Rudá vai muito além de acreditar no valor potencial de uma startup, assim como supera a projeção de qualquer perspectiva otimista de retorno sobre o investimento. Contribuir com a concretização do Projeto Rudá demanda o senso de responsabilidade moral e a coragem empreendedora de desafiar o status quo ditado pelas Big Techs da atualidade, além de nos permitir assumir o protagonismo e a liderança de desbravarmos e delinearmos o futuro

      Em última instância, o Projeto Rudá simboliza a interseção criativa entre ciência, tecnologia e arte, unidas pela preservação de um futuro humano em meio aos assombros da disrupção tecnológica. Afinal, é bastante temerário imaginarmos que o futuro da sociedade envolve o estreitamento da relação entre homens e máquinas, pois, antes de chegarmos a esse ponto, precisamos estabelecer uma relação de vida plena, através de conexões humanas genuínas, que aporte valor e significado para nossas vidas. Rudá representa a iniciativa de facilitar, agilizar e aprimorar a qualidade das relações humanas inseridas numa escala de afeto que vai do amor romântico até a fraternidade.

      Atualmente, o esforço das grandes corporações envolve objetificar e reduzir a humanidade à mera condição de apêndice das máquinas. Por outro lado, o Projeto Rudá tem a visão de que o bom uso da tecnologia é capaz de aperfeiçoar aquilo que entendemos como “a nossa verdadeira condição humana”.

      Hoje em dia, o poder transformador das histórias anda subestimado, quando muito, acrescenta alguma lição, mas geralmente acaba se reduzindo a entretenimento, uma fuga ordinária da realidade. Por outro lado, o Projeto Rudá tem a visão de que boas histórias são aquelas que engajam pessoas a colaborarem entre si, em prol de uma causa justa e enobrecedora. Boas histórias carregam a matriz criativa que nos inspira a redefinir a realidade. Rudá simboliza o ponto de entrelaçamento entre o passado e o futuro da humanidade, conectando a primitiva habilidade de contar histórias com a capacidade de construirmos máquinas que pensam e solucionam problemas.

      Se tudo o que lhe foi dito aqui reverbera intrinsecamente de modo sensível e profundo, por favor, nos informe! Este texto é apenas um livre manifesto, mas o verdadeiro convite precisará despontar como um chamado irresistível vindo de dentro de você. Afinal, Rudá está em busca de pessoas corajosas, mentes criativas e corações generosos, sobretudo... repletos de amor!

BARREIRAS DE ENTRADA, VANTAGENS E DIFERENCIAIS COMPETITIVOS:

Estratégia de Branding capaz de estabelecer um posicionamento da marca digno de fazê-la ocupar um lugar único na mente do público-alvo, de modo absolutamente irrepetível, imune a cópias.

Estratégia peculiar de Design da Experiência do Usuário para captação de dados com altíssimo valor agregado: tática avançada de gamificação alinhado com o Storytelling da marca (Jornada do Herói; Protagonismo do Usuário; Construção de Universo Mitológico em torno da Marca)

Critérios de Combinação: o agrupamento de usuários vai ser modelado com base na determinação de um “índice de afinidade” (gerado matematicamente, com base em variáveis sólidas e modelos cientificamente validados), com peso estatístico variado hierarquicamente para cada perfil de usuário, estabelecido matematicamente com base em parâmetros multifatoriais.

Modelo de negócio associado a uma diversificada e abundante proposta de valor, vertiginosamente superior a uma variedade de serviços disponíveis hoje em dia. Rudá será progressivamente desenvolvido como um SuperApp, um assistente multitarefa, capaz de oferecer múltiplas soluções para a vida cotidiana dos membros da sua comunidade. Todos estes serviços estarão exclusivamente atrelados e dependentes a sua rede e, fundamentalmente, sustentado por uma ampla, sensível e complexa base de dados.

Estratégia de Marketing Multiplataforma (Filme, Documentário, Reality Show, Cursos, Livros), visando acelerar visibilidade (consciência de marca), crescimento (prospecção de novos usuários) e internacionalização. (Este tópico será um pouco mais ilustrado na seção “Joint Ventures”)

      RUDÁ é considerado o deus do amor e da fraternidade na mitologia Tupi-guarani. O mito de Rudá possui uma profundidade simbólica exuberante, embora também seja de fácil compreensão e conserve um grande apelo arquetípico transcultural.


      Além disso, Rudá representa o nêmesis simbólico de Eros/Cupido, o deus do amor da mitologia greco-romana. Isto significa dizer que Rudá será o rival capaz de aplicar uma justa retaliação contra Eros e sua milenar influência decadente sobre a cultura ocidental. A verdade é que Eros, ao longo de mais de dois mil anos, já sofreu tantas apropriações e desdobramentos, que a sua representação foi se deteriorando a ponto de estabelecer uma dissonância entre significante e significado, assumindo um estado progressivo de perversão simbólica.


      Portanto, Rudá representa a oportunidade de reinaugurarmos, de maneira acessível, nobre e transparente, o modo como a humanidade compreende o significado do amor e da fraternidade humana, através de uma perspectiva moderna e progressista.


      Deste modo, sugerimos que seja feito a leitura de dois textos em anexo. O primeiro é a versão original do Mito de Rudá. O segundo é a interpretação do Mito de Rudá, em contraste com a representação de Eros e o célebre mito que descreve o seu encontro com Psiquê (caso não esteja familiarizado com este episódio, seguirá também o link para um vídeo que exibe a narrativa).

A história de Eros e Psiquê


Talvez por meio de uma coincidência cósmica, a palavra “RUDÁ” também é um acrônimo em língua inglesa que descreve o core business de nossa operação:

Relationships’ Universe and Data Analytics

Em livre tradução: “Universo de Relacionamentos e Análise de Dados”.


JOINT VENTURE (Fraternidades Corporativas)

Proposta de parceria com a NETFLIX.

Objetivo primário de Rudá:

A) Produção de um filme (longa-metragem) com base na existência de um roteiro cinematográfico, o qual já temos devidamente escrito. O filme será uma história de ficção voltada a promover o significado por trás da existência simbólica de Rudá, ao mesmo tempo em que se apresentará como um manifesto artístico de nossa marca. O filme se chamará “A Resenha: O Amor Pós-Romântico na Era de Rudá”. Através do Link abaixo, você poderá ter acesso ao chamado argumento (resumo) temático e narrativo do roteiro.



B) Independente da parceria do filme, prospectar investimento diretamente ao Projeto Rudá, pois o sucesso da parceria tem o potencial de render perspectivas de vantagem a longo prazo. Vantagem esta capaz de influenciar decisivamente a batalha pela corrida da liderança das grandes empresas de streaming.

Perspectivas de vantagem para a Netflix:

A) A própria originalidade e qualidade inerente do filme: uma história que retrata as particularidades exóticas de uma região, porém, mantendo sempre o apelo temático universal, instruindo o público sobre a evolução cultural do “amor” e seus desdobramentos conceituais, suavizando a abordagem pedagógica através de um arco narrativo dramaticamente bem estruturado.

B) A longo prazo, através da joint venture com Rudá, a Netflix poderá usufruir do licenciamento exclusivo da API (“Application Programming Interface”, ou, em tradução livre, “interface de programação de aplicação”) de Rudá e o cruzamento seletivo com sua base de dados, o que proporcionará um enorme e incomparável upgrade no seu algoritmo de recomendação de conteúdo. O que, em última análise, representa o maior diferencial competitivo para as empresas de streaming. Afinal, o “expectador comum” (a maioria esmagadora dos usuários), sente-se perdido e entediado ao explorar múltiplas opções de escolha, o que eles querem mesmo são recomendações certeiras, que não os decepcionem num momento de lazer e repouso. A empresa de streaming que cumprir essa meta com maestria, tornar-se-á a primeira opção absoluta para a escolha do público, e a única opção para a maioria, inclusive a opção que pode cobrar sempre mais caro.

C) STUDIO RUDÁ: construção societária de uma produtora de conteúdo audiovisual especializada em abordar o amor como tema central. “Selo Rudá” representará “Grife” para histórias de amor, gênero historicamente popular, porém, altamente comoditizado. O Studio Rudá estará como referência para as histórias de amor, assim como a Pixar está para filmes de animação, a Marvel e a DC estão para filmes de heróis. A estratégia inteligente para gerar conteúdo relevante (filmes) gira em torno de possuir a Propriedade Intelectual sobre uma marca que desperte confiabilidade e adesão prévia do público alvo de histórias de nicho. “Histórias de Amor” representam não apenas o maior nicho do cinema, mas a principal classe de histórias já retratadas pela arte.

Proposta de Parceria com a WISER Educação.

Atingindo o efeito de massa crítica da sua comunidade, Rudá irá se estabelecer como a Rede Social referência no campo da empregabilidade e das relações profissionais num sentido mais amplo. O atual modelo do LinkedIn (empresa líder do segmento hoje), baseia-se na dinâmica de funcionamento de um “mural de currículos digitais”, onde o usuário fundamentalmente publica suas hard skills (habilidades técnicas), portfólio e histórico trabalhista, enquanto espera ser contratado com base nesses dados frios, objetivos e superficiais.

No campo das relações fraterno-profissionais, a rede social de Rudá, além de abarcar todas as funcionalidades simplistas do LinkedIn, será baseada no mapeamento ativo e definição precisa das chamadas soft skills (habilidades humanas) de cada usuário (além de diversas variáveis acessórias que, por ora, não revelaremos neste documento). Desta forma, os usuários serão encontrados por recrutadores de maneira ainda mais sensível, ocupando cargos e funções com ajuste incomparavelmente mais específico.

Nesse contexto, uma janela de oportunidade é aberta: além de saber quais são suas forças e vantagens inatas, os usuários saberão quais são as suas soft skills fracas e deficitárias, que podem prejudicá-los na disputa do mercado de trabalho. E assim, Rudá oferecerá a solução: cursos formatados sob medida para corrigir a deficiência do sujeito no campo das soft skills, de modo a reposicioná-lo no mercado de trabalho. Os cursos oferecidos por Rudá serão chancelados com exclusividade dentro de sua comunidade, de acordo com um modelo de validação padronizado, constando como uma espécie de insígnia ou diploma que credencia o usuário como devidamente “habilitado” em determinada soft skill.    A proposta é que esses cursos sejam oferecidos e reconhecidos, com exclusividade, através da plataforma da Wiser Educação.


STATUS ATUAL DO PROJETO:

   No momento, Rudá se apresenta como uma startup aguardando a oportunidade de efetuar o salto estratégico para a 3ª fase de desenvolvimento: TRAÇÃO.

   O Projeto foi idealizado há 18 meses e tecnicamente iniciado 11 meses atrás. Já existe um protótipo avançado (MVP) em fase alfa (em forma de aplicativo mobile), submetido amplamente a testes de usabilidade, dentre outros aspectos de validação da operação. Portanto, a próxima etapa (TRAÇÃO) envolve evoluir o protótipo da fase alfa para a fase beta, o que significa submetê-lo a vários ciclos de aperfeiçoamento mediante interação com um grupo extenso de usuários piloto, de modo a aprofundar a formatação dos detalhes que compõem o mapa da jornada do usuário, além de um maior refinamento do software, visando a alcançar o chamado Product Market Fit (ajuste aos padrões de mercado, de modo a obter lançamento comercial).

   A startup encontra-se com CNPJ e marca devidamente registrada, é formada por dois sócios fundadores e uma equipe composta por mais oito integrantes, dentre eles: psicólogos, programadores e designers. O staff conta com dois professores universitários doutores, inclusive o diretor da faculdade de engenharia da computação de uma universidade pública do Estado do Pará (sede do Projeto).

   Tudo o que debatemos até aqui representa apenas uma fração muito estreita e demasiadamente superficial da magnitude do Projeto. Porém, cada uma das ideias, alegações e propostas de valor encontra-se muito bem respaldada em sua base. Portanto, o intuito deste documento é promover uma familiaridade prévia com alguns aspectos essenciais do Projeto. Assim, caso esta ambiciosa e nobre missão seja capaz de impeli-lo a contribuir com a materialização deste Projeto, sabemos que a próxima etapa envolve uma apresentação mais detalhada, a partir de um debate presencial. Se este documento chegou às suas mãos, é porque acreditamos verdadeiramente no estabelecimento de uma rica relação fraterna, inspirada nos moldes da filosofia de Rudá. Desde já, agradecemos por toda a sua paciente e minuciosa atenção, esperamos que este tenha sido apenas o primeiro passo rumo ao nosso auspicioso encontro presencial, o prelúdio para uma jornada muito maior!